Meu coração transborda.
Minhas mãos estão juntas como se quisessem tocar o grande azul, voltadas para cima.
Eu olho fixamente e chamo seu nome, embora não haja denominação, eu grito oque me ensinaram.
Não há respostas coloquiais, ou evidências, mas meu extinto animalizado me atenta.
Você me olha, me entende, com suas mãos suaves que são o próprio vento me fazem um carinho, meus cabelos em desalinho obedecem a sua vontade.
Obrigado.
Heber
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