
O Barquinho
O Barquinho de papel que aquela criança solta no rio, desliza nas águas calmas, em movimento lento transcorre seu percurso.
Ao longo da onde nossa visão pode perceber, marolas o sacodem, trocos e galhos o desviam.
Depois de noites dias a calmaria de águas tranqüilas
O barquinho de papel resiste ao tempo, e seu corpo delicado se inunda pouco a pouco, sabemos que ao fundo ele perecerá um dia.
Como historias antigas saberemos de sua aparição, assim como o menino que o soltou, será um dia Avô de outro menino.
O barquinho segue.
Heber
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